Neste programa , Pasquale fala sobre a acentuação da palavra "quê" e sobre alguns casos de concordância nominal.
Espaço para estudo de nosso idioma. Atividades direcionadas para os meus educandos dos CPSPC e aos interessados em conhecer mais sobre nossa língua.
sábado, 3 de outubro de 2009
The turn of the screw - versão para TV, com Colin Firth
Colin Firth ficou mais conhecido como Mark Darcy, de "O diário de Bridget Jones' e interpreta o sr. de Bly nesta adaptação para a TV britânica , dos anos 90.
Os inocentes - Trailer da versão de 1961, com Debora Kerr
Montagem com fotos da produção de 1961 - The innocents.
A canção Willow Waly é perfeita , entremeando inocência, melancolia e um toque de "ghost story".
A canção Willow Waly é perfeita , entremeando inocência, melancolia e um toque de "ghost story".
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Concordância nominal
A concordância nominal é assim chamada porque estabelece uma relação morfológica entre elementos tradicionalmente chamados "nomes" (adjetivos e substantivos)
I - CONCORDÂNCIA DO ADJETIVO COM O SUBSTANTIVO
Regra geral: o adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo.
1. Adjetivo posposto a dois ou mais substantivos:
a) o adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo mais próximo se apenas a ele se refere: Lá estava o cavalo e a casa DESTELHADA.
b) irá para o plural se sua referência se estender a todos; se todos os substantivos são do mesmo gênero, este será conservado: Aquele foi um beijo e um abraço DEMORADOS. Ela tem roupa e casa LIMPAS. / Pelé e Amarildo saíram CABISBAIXOS. Observação: se os gêneros são diferentes, receberá o adjetivo flexão masculina: Mulher e marido BRIGUENTOS devem ter paciência.
c) o adjetivo concorda em gênero e número com o mais próximo: - quando os substantivos são sinônimos entre si: O furor e a raiva HUMANA podem matar. - quando os substantivos se alinham em gradação: A inteligência, o esforço, a dedicação EXTRAORDINÁRIA venceu tudo.
2. Adjetivo anteposto a dois ou mais substantivos:
a) quase sempre concorda com o substantivo mais próximo em gênero e número: Escolheste MAU lugar e hora para falar no assunto. / AROMÁTICAS rosas e cravos adornam o jardim.
b) se o adjetivo estiver anteposto a nomes próprios de pessoas ou a títulos, deverá ir para o plural: Muito nos ensinaram os GRANDES Machado de Assis e José de Alencar. / Os AFORTUNADOS embaixador dos Estados Unidos e primeira-ministra de Israel escaparam do atentado.
II - CASOS ESPECIAIS
1. ANEXO - INCLUSO - LESO - MESMO - PRÓPRIO - QUITE - OBRIGADO
Concordam com o substantivo a que se referem:
ANEXO é adjetivo e, em consequência, concorda com o substantivo a que se relaciona em gênero e número. Exemplos:
"... foi professor de Gramática, Geografia e História na escola ANEXA à militar." (Fausto Barreto)
"Vão ANEXAS as palavras que lhe ouvi." (apud Cândido Jucá Filho)
" ANEXA à presente, enviamos a relação das mercadorias."
"No processo de compra, não estavam ANEXOS os orçamentos."
Observação: Em anexo é expressão adverbial, invariável, e de largo uso, embora combatida por alguns autores.
INCLUSO: vale a mesma observação a respeito de anexo. Exemplos:
Remeto a V.S.as., INCLUSA nesta pasta, uma fotocópia do recibo.
Remeto a V.S.as. o recibo INCLUSO nesta pasta.
LESO é adjetivo e, como tal, flexiona-se.
Exemplos: Cometeu crime de LESO-patriotismo.Ajudar esses espiões seria crime de LESA-pátria.
MESMO:
a) como adjetivo é variável e equivale a idêntico, igual, análogo. Exemplos:
"Os fantasmas não fumam, porque poderiam fumar a si MESMOS." (Mário Quintana)Os alunos MESMOS organizaram o trabalho.
"A viagem do sono nem sempre é a MESMA viagem." (Paulo Mendes Campos)
"Percorrera aquela MESMA senda, aspirava aquele MESMO vapor que baixava denso do céu verde." (L.F. Telles)
b) Como advérbio é invariável e corresponde a justamente, exatamente, ou ainda, até. Exemplos: "Você esperneia, revolta-se - adianta?
MESMO sua revolta foi protocolada." (C.D.A.)
"Livro raro, MESMO, é aquele que foi emprestado e foi devolvido." (Plínio Doyle)
Observação: Não se deve dizer: conosco mesmos ou convosco mesmos; o correto é: com nós mesmos e com vós mesmos.
Para os casos abaixo, vale a mesma observação a respeito de MESMO enquanto adjetivo. Exemplos:Eu PRÓPRIA conferi a carga, disse a secretária. / OBRIGADO, respondeu o chefe. / A esposa do chefe também não cansava de dizer OBRIGADA. / Estou QUITE com minhas dívidas. / Estamos QUITES com o serviço militar. (Obs.: forma do particípio passado do verbo quitar, flexiona-se em número)
2. é PRECISO, é NECESSÁRIO, é BOM, é PROIBIDO e expressões equivalentes
a) referindo-se a nomes sem elementos determinantes, essas expressões ficam invariáveis: É PRECISO força para trabalhar e estudar. / É NECESSÁRIO segurança para se viver bem. / É BOM plantação de erva-cidreira para afugentar formigas. / Água é BOM. / É PROIBIDO entrada de pessoas estranhas ao serviço.b) com nomes acompanhados de elemento determinante, essas expressões concordam com ele em gênero e número: SERIAM PRECISOS vários bombeiros para deter o incêndio. É NECESSÁRIA a tua compreensão. / É BOA a plantação de erva-cidreira para afugentar formigas. / A água é BOA para a saúde. / É PROIBIDA a entrada de animais. / "Não viu o letreiro: 'É expressamente PROIBIDA a entrada'?" (C. D. A.)
3. Só - SÓS
a) Só (adjetivo) corresponde a sozinho, único, solitário e apresenta flexão de número, concordando com a palavra a que se refere. Exemplos: Eles estão SÓS. / "Outros estão SÓS, como tu, mas presos a uma inibição ou a uma disciplina." (C.D.A) / "...sabia cozinhar, arrumar a casa e servir com eficiência a senhor SÓ." (Fernando Sabino)
b) Só (advérbio) corresponde a somente, unicamente, apenas e não se flexiona: é invariável. Exemplos: Ele SÓ falou bobagens. / "SÓ não sai de moda quem está nu." (Mário Quintana) / "Vende-se uma cama da casal usada uma noite SÓ." (Leon Eliachar).
Observação: Existem as locuções a só e a sós, esta mais freqüente, equivalente a sem companhia: é invariável. Exemplos: Eles ficaram a sós/ O casal ficará a sós. / " - Amigo João Brandão - disse pausadamente o homem quando ficaram a sós..." (C.D.A)
4. BASTANTE(s) pode ser:
a) bastante = advérbio de intensidade: é invariável. Ele ficou BASTANTE preocupado / Os pós-graduandos estudam BASTANTE.
b) bastante = pronome indefinido (= muitos) - flexiona-se Naquela classe há BASTANTES rapazes.
5. MEIO
a) meio = advérbio de intensidade: é invariável. Ando MEIO distraída ultimamente. / "Sentava calado, com a cara MEIO triste, um ar sério." (Rubem Braga) / Existem maridos que são MEIO surdos: sempre que suas mulheres lhes pedem 50 eles só ouvem 25." (Leon Eliachar)
b) meio = numeral (= metade): flexiona-se.É MEIO dia e MEIA. (meia hora) Ele comeu MEIO bolo sozinho.
6. MENOS - ALERTA - PSEUDO
São sempre invariáveis.
Na classe, há MENOS moças que rapazes. / Mais amor e MENOS confiança./ "Devora-se a infeliz mísera gente: E sempre reduzida a MENOS terra." (Santa Rita Durão) / "A cidade, aliás, está parecendo mais civilizada: com MENOS gente, MENOS carros, dir-se-ia mais habitável..." (Cláudio Abramo)
ALERTA, segundo Antenor Nascentes, trata-se de uma interjeição militar; era um grito que se proferia à aproximação do inimigo. José Pedro Machado confirma a informação. Logo, por ter valor interjectivo, permanece invariável. Outros o consideram advérbio (em estado de prontidão) e, assim, também, permanece invariável. Exemplos:"Antes ouvido a revolta da cidade, estiverão mais ALERTA." (apud José Pedro Machado - texto arcaico) / "Duas sentinelas sempre ALERTA." (Alencar apud Cândido Jucá Filho) / Na porta dos bancos, os seguranças ficam ALERTA.
Trata-se de PSEUDO-especialistas.
*Jorge Viana de Moraes é professor universitário em cursos de graduação e pós-graduação na área de Letras. Atualmente, mestrando em Língua Portuguesa e Filologia pela Universidade de São Paulo.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Vícios de Linguagem x Telemarketing
Vídeo que faz parte da série "O sistema", com Selton Mello e Graziella Moretto.
Muito bom!
Muito bom!
Vícios de linguagem

Vícios de Linguagem são alterações defeituosas das normas da língua padrão, provocadas por ignorância, descuido ou descaso por parte do falante.
Os vícios de linguagem se classificam em:
I) Barbarismo: desvio da norma quanto à:
- grafia: proesa em vez de proeza;
- pronúncia: incrustrar em vez de incrustar;
- morfologia: cidadões em vez de cidadãos;
- semântica: Ele comprimentou o tio (em vez de cumprimentou).
- todas as formas de estrangeirismo são consideradas, por diversos autores, barbarismo. Ex: weekend em vez de fim de semana.
II) Arcaísmo: emprego de palavras ou estruturas antigas que deixaram de ser usadas. Ex: Vossa Mercê em vez de você.
III) Solecismo: erros de sintaxe contra as normas de concordância, de regência ou de colocação.
- concordância: Sobrou muitas vagas (em vez de sobraram).
- regência: Hoje assistiremos o filme (em vez de ao filme).
- colocação: Me empresta o carro? (em vez de empresta-me)
IV) Ambiguidade: ocorre quando uma frase causa duplo sentido de interpretação. Ex: O ladrão matou o policial dentro de sua casa. (na casa do ladrão ou do policial?).
V) Cacófato: refere-se ao mau som que resulta na união de duas ou mais palavras no interior da frase. Ex: Nunca gasta com o que não é necessário.
VI) Eco: ocorrência de terminações iguais. Ex: Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
VII) Pleonasmo: redundância desnecessária de informação. Ex: Está na hora de entrarmos pra dentro.
Os vícios de linguagem se classificam em:
I) Barbarismo: desvio da norma quanto à:
- grafia: proesa em vez de proeza;
- pronúncia: incrustrar em vez de incrustar;
- morfologia: cidadões em vez de cidadãos;
- semântica: Ele comprimentou o tio (em vez de cumprimentou).
- todas as formas de estrangeirismo são consideradas, por diversos autores, barbarismo. Ex: weekend em vez de fim de semana.
II) Arcaísmo: emprego de palavras ou estruturas antigas que deixaram de ser usadas. Ex: Vossa Mercê em vez de você.
III) Solecismo: erros de sintaxe contra as normas de concordância, de regência ou de colocação.
- concordância: Sobrou muitas vagas (em vez de sobraram).
- regência: Hoje assistiremos o filme (em vez de ao filme).
- colocação: Me empresta o carro? (em vez de empresta-me)
IV) Ambiguidade: ocorre quando uma frase causa duplo sentido de interpretação. Ex: O ladrão matou o policial dentro de sua casa. (na casa do ladrão ou do policial?).
V) Cacófato: refere-se ao mau som que resulta na união de duas ou mais palavras no interior da frase. Ex: Nunca gasta com o que não é necessário.
VI) Eco: ocorrência de terminações iguais. Ex: Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
VII) Pleonasmo: redundância desnecessária de informação. Ex: Está na hora de entrarmos pra dentro.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Orações subordinadas adverbiais
Uma oração é considerada subordinada adverbial quando se encaixa na oração principal, funcionando como adjunto adverbial. São introduzidas pelas conjunções subordinativas e classificadas de acordo com as circunstâncias que exprimem.
Podem ser: causais, comparativas, concessivas, condicionais, conformativas, consecutivas, finais, proporcionais e temporais.
- causais: indicam a causa da ação expressa na oração principal. As conjunções causais são: porque, visto que, como, uma vez que, posto que, etc. Ex: A cidade foi alagada porque o rio transbordou.
- consecutivas: indicam uma conseqüência do fato referido na oração principal. As conjunções consecutivas são: que (precedido de tal, tão, tanto, tamanho), de sorte que, de modo que, etc. Ex: A casa custava tão cara que ela desistiu da compra.
- condicionais: expressam uma circunstância de condição com relação ao predicado da oração principal. As conjunções condicionais são: se, caso, desde que, contanto que, sem que, etc. Ex: Deixe um recado se você não me encontrar em casa.
- concessivas: indicam um fato contrário ao referido na oração principal. As conjunções concessivas são: embora, a menos que, se bem que, ainda que, conquanto que, etc. Ex: Embora tudo tenha sido cuidadosamente planejado, ocorreram vários imprevistos.
- conformativas: indicam conformidade em relação à ação expressa pelo verbo da oração principal. As conjunções conformativas são: conforme, consoante, como, segundo, etc. Ex: Tudo ocorreu como estava previsto.
- comparativas: são aquelas que expressam uma comparação com um dos termos da oração principal. As conjunções comparativas são: como, que, do que, etc. Ex: Ele tem estudado como um obstinado (estuda).
- finais: exprimem a intenção, o objetivo do que se declara na oração principal. As conjunções finais são: para que, a fim de que, que, porque, etc. Ex: Sentei-me na primeira fila, a fim de que pudesse ouvir melhor.
- temporais: demarca em que tempo ocorreu o processo expresso pelo verbo da oração principal. As conjunções finais são: para que, a fim de que, que, Ex: Eu me sinto segura assim que fecho a porta da minha casa.
- proporcionais: expressam uma idéia de proporcionalidade relativamente ao fato referido na oração principal. As conjunções proporcionais são: à medida que, à proporção que, quanto mais...tanto mais, quanto mais...tanto menos, etc. Ex: Quanto menos trabalho, tanto menos vontade tenho de trabalhar.
Algumas orações subordinadas adverbiais podem apresentar-se na forma reduzida, com o verbo no infinitivo, no gerúndio ou no particípio. São:
- causais: Impedido de entrar, ficou irado.
- concessivas: Ministrou duas aulas, mesmo estando doente.
- condicionais: Não faça o exercício sem reler a proposta.
- consecutivas: Não podia olhar a foto sem chorar.
- finais: Vestiu-se de preto para chamar a minha atenção.
- temporais: Terminando a leitura, passe-me o texto.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/oracao-subordinada-adverbial.htm
Podem ser: causais, comparativas, concessivas, condicionais, conformativas, consecutivas, finais, proporcionais e temporais.
- causais: indicam a causa da ação expressa na oração principal. As conjunções causais são: porque, visto que, como, uma vez que, posto que, etc. Ex: A cidade foi alagada porque o rio transbordou.
- consecutivas: indicam uma conseqüência do fato referido na oração principal. As conjunções consecutivas são: que (precedido de tal, tão, tanto, tamanho), de sorte que, de modo que, etc. Ex: A casa custava tão cara que ela desistiu da compra.
- condicionais: expressam uma circunstância de condição com relação ao predicado da oração principal. As conjunções condicionais são: se, caso, desde que, contanto que, sem que, etc. Ex: Deixe um recado se você não me encontrar em casa.
- concessivas: indicam um fato contrário ao referido na oração principal. As conjunções concessivas são: embora, a menos que, se bem que, ainda que, conquanto que, etc. Ex: Embora tudo tenha sido cuidadosamente planejado, ocorreram vários imprevistos.
- conformativas: indicam conformidade em relação à ação expressa pelo verbo da oração principal. As conjunções conformativas são: conforme, consoante, como, segundo, etc. Ex: Tudo ocorreu como estava previsto.
- comparativas: são aquelas que expressam uma comparação com um dos termos da oração principal. As conjunções comparativas são: como, que, do que, etc. Ex: Ele tem estudado como um obstinado (estuda).
- finais: exprimem a intenção, o objetivo do que se declara na oração principal. As conjunções finais são: para que, a fim de que, que, porque, etc. Ex: Sentei-me na primeira fila, a fim de que pudesse ouvir melhor.
- temporais: demarca em que tempo ocorreu o processo expresso pelo verbo da oração principal. As conjunções finais são: para que, a fim de que, que, Ex: Eu me sinto segura assim que fecho a porta da minha casa.
- proporcionais: expressam uma idéia de proporcionalidade relativamente ao fato referido na oração principal. As conjunções proporcionais são: à medida que, à proporção que, quanto mais...tanto mais, quanto mais...tanto menos, etc. Ex: Quanto menos trabalho, tanto menos vontade tenho de trabalhar.
Algumas orações subordinadas adverbiais podem apresentar-se na forma reduzida, com o verbo no infinitivo, no gerúndio ou no particípio. São:
- causais: Impedido de entrar, ficou irado.
- concessivas: Ministrou duas aulas, mesmo estando doente.
- condicionais: Não faça o exercício sem reler a proposta.
- consecutivas: Não podia olhar a foto sem chorar.
- finais: Vestiu-se de preto para chamar a minha atenção.
- temporais: Terminando a leitura, passe-me o texto.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/oracao-subordinada-adverbial.htm
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Instrumento 3 - Exercícios do blog sobre Concordância I
1. A frase em que a concordância está de acordo com a norma culta é: a) Tudo indica que, se houvessem sido feitas consultas aos especialis...
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1 – Marque a alternativa que corresponde à sequência numérica encontrada: (1) Composição por justaposição ...
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1. Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira e assinale a sequência correta: (1) oração subordinada objetiva direta (2) oração s...
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A dependência sintática ocorre tanto entre os termos do período simples como entre as orações de um período composto por subordinação. Você...